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Voo MH 370: Não há sinal do Boeing desaparecido no sábado

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Voo MH 370: Não há sinal do Boeing desaparecido no sábado

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A comunidade chinesa de Kuala Lumpur realizou, na noite passada, uma vigília para as 239 pessoas que seguiam no Boeing 777 da Malaysia Airlines, que desapareceu dos radares no sábado, cerca de 50 minutos depois de ter descolado da capital da Malásia rumo a Pequim.

Entre chineses e malaios, cerca de 70 pessoas rezaram pelos que seguiam a bordo do voo 370 da Malaysia Airlines.

“Temos de manter a esperança. Se perdermos a esperança, quem irá apoiar as famílias? Penso que todos deviam continuar a dar-lhes esperança”, afirmou um dos organizadores da vigília.

A zona de busca pelo avião foi estendida ao Mar da China Meridional e ao Estreito de Malaca, ao final de três dias de operações infrutíferas que envolvem recursos de 10 países.

A mancha de óleo que foi avistada entre a Malásia e o Vietname não é do avião e o que se pensou poder ser um destroço era afinal um monte de lixo, informaram as autoridades malaias que investigam todas as hipóteses que podem estar na origem do desaparecimento.

A reserva dos dois passageiros com passaportes falsos foi por um iraniano, menos de 48 horas antes do voo, através de correio eletrónico, segundo um funcionário da agência de viagens tailandesa que emitiu os bilhetes, citado pelo jornal “Bangkok Post”.

Os serviços secretos de vários países estão a investigar um possível desvio da rota do aparelho.

As buscas intensificam-se no mar, em terra, e a partir do espaço, agora também com o apoio de 10 satélites chineses.

O destino do voo MH 370 permanece um mistério.