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Exército da Ucrânia não irá intervir na Crimeia - Presidente interino


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Exército da Ucrânia não irá intervir na Crimeia - Presidente interino

As frágeis Forças Armadas ucranianas vão-se movimentando junto à fronteira da Crimeia mas, segundo o presidente interino da Ucrânia, Oleksander Turchinov, o exército não irá intervir para evitar que a península separatista se junte à Federação Russa.

“Não nos podemos envolver numa operação militar na Crimeia, porque assim desprotegeríamos a fronteira este e a Ucrânia não ficaria protegida, porque estão lá soldados russos”, explicou Turchinov.

O Parlamento regional da Crimeia aprovou esta terça-feira uma “declaração de independência”, um passo previsto no processo separatista que será confirmado num questionável referendo, com sentido único rumo a Moscovo, que foi agendado para domingo.

A crise é seguida com inquietação nas antigas repúblicas soviéticas do Báltico – Estónia, Letónia e Lituânia – que receberam ontem a visita do chefe da diplomacia alemã.

Em Vílnius, Frank-Water Steinmeier assegurou que “se o processo de separação da Crimeia continuar e se o resultado do referendo do próximo fim de semana for utilizado para separar a Crimeia (…) e integrá-la no território russo, naturalmente a Europa terá de reagir”.

Na Polónia, os Estados Unidos iniciaram uma série de exercícios militares com vários aliados da NATO que também incluem manobras no Mar Negro com a Marinha búlgara e a romena. O Pentágono garante que os “jogos de guerra” foram agendados antes da crise mas Varsóvia acabou por pedir um reforço de caças F-16 por causa da tensão na vizinha Ucrânia.

O presidente polaco realçou que a “verdadeira dimensão do apoio” norte-americano vê-se “na clara e visível presença americana” na base militar de Lask.

Os céus da Polónia e da Roménia, junto às fronteiras com a Ucrânia também já estão a ser patrulhados por aviões de reconhecimento da NATO.

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