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Washington avisa Moscovo do preço que terá de pagar pela invasão da Crimeia

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Washington avisa Moscovo do preço que terá de pagar pela invasão da Crimeia

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Barack Obama reiterou o seu apoio à Ucrânia e à integridade do território ucraniano enquanto o primeiro-ministro interino garante que o país não vai render-se às ambições da Vladimir Putin.

A reunião desta quarta-feira, na Casa Branca, entre Arseniy Yatsenyuk e o presidente dos Estados Unidos pode aumentar a tensão no território da Crimeia, com esta tentativa de Kiev enfrentar as ambições do presidente russo.

O convite a Yatsenyuk , 39 anos, é a mais recente demonstração de Obama de apoio ao governo em Kiev antes do referendo de 16 de março na Península que pode resultar numa anexação da região autónoma à Rússia.

“Vamos continuar a dizer ao governo da Rússia que se continuar o caminho que tomou não só nós, mas a comunidade internacional, a UE e outros países vão ser obrigados a aplicar um custo alto pela violação do direito internacional”.

Kiev reforça: “Lutamos pela nossa liberdade, lutamos pela nossa independência, nós lutamos pela nossa soberania e nunca nos renderemos”

Os EUA e o governo de Kiev, assim como a UE consideram a consulta de domingo ilegítima. Desde que a Rússia usou tropas para ganhar domínio na região Crimeia, Obama tem feito pressão diplomática, autorizou sanções económicas e autorizou manobras militares para pressionar Putin a recuar.

Na próxima segunda-feira, os ministros dos Negócios Estrangeiros da União Europeia abordarão a imposição de novas sanções à Rússia que serão submetidas ao Conselho Europeu. Uma medida ustificada pela recusa de Moscovo em participar num diálogo sobre a situação na Ucrânia e na península da Crimeia ao nível “de um grupo de contacto internacional”.

Ao mesmo tempo a UE prepara-se para subscrever o acordo de associação com a Ucrânia, uma urgência na opiniã do primeiro-ministro polaco, Donald Tusk, após uma reunião com Angela Merkel, de visita a Varsóvia.