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Espanha: Avalanche de migrantes em Melilha

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Espanha: Avalanche de migrantes em Melilha

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É a segunda avalanche de imigrantes ilegais, mas desta vez conseguiram entrar em solo espanhol 500 das mais de 1000 pessoas que tomaram de assalto a fronteira de Melilha com Marrocos. Alguns num débil estado de saúde, mais tarde transportados para clínicas, outros com grande satisfação, dirigiram-se a um centro de acolhimento do enclave espanhol.

As autoridades espanholas afirmam que durante a passagem da tripla vedação com arame farpado, a polícia foi atacada com pedras e garrafas para impedir a intervenção das forças da ordem.

No início do mês, Madrid foi questionada sobre a morte de 14 migrantes em fevereiro quando cerca de 200 pessoas tentavam entrar em Ceuta, devido ao pânico provocado pelo disparo de balas de borracha.

Em Itália, na sexta-feira, uma barcaça carregada de migrantes clandestinos foi intercetada pela polícia marítima italiana, ao largo da ilha de Lampedusa, destino frequente de clandestinos.

A bordo da embarcação seguiam mais de 550 pessoas, incluindo 62 crianças.

Receberam assistência a bordo de um navio da marinha antes de seguirem para um centro de detenção.

O problema da imigração é velho e está longe de ser resolvido pelas autoridades europeias.

Na Grécia, o resultado foi mais trágico. Ao largo ilha de Lesvos, dois homens, três mulheres e duas crianças perderam a vida quando um barco com um total de 17 pessoas se virou no mar egeu.

E não foi um caso isolado, já que perto da ilha de Kos, junto à Turquia, há o registo de uma outra tragédia. Quatro migrantes de origem síria morreram quando barco em que seguiam naufragou.