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A Reserva Federal corta nos estímulos, enquanto a economia britânica cresceu acima do esperado.

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A Reserva Federal corta nos estímulos, enquanto a economia britânica cresceu acima do esperado.

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Reserva Federal norte-americana (Fed) decidiu cortar mais 10 mil milhões de dólares no plano de estímulos monetários.

Com este corte, a Fed reduz para 55 mil milhões o plano mensal de compras de títulos a partir de abril.

Desde dezembro que a Fed tem estado a reduzir o seu programa de estímulos monetários, que antes equivaliam a uma injeção mensal de 85 mil milhões de dólares. Em janeiro cortou para 75 mil milhões, em fevereiro para 65 mil milhões,e a o objetivo é desativar o programa mensal até final do ano.

O Banco Central dos Estados Unidos abandonou porém a taxa de desemprego como critério definitivo para avaliar a força da economia dos Estados Unidos. Em vez disso, avançou a intenção de observar uma gama de indicadores para decidir quando elevar a taxa de juros, atualmente próxima do nível zero.

O Banco de Inglaterra não considera ainda nenhuma alteração dos seus critérios, embora a economia britânica esteja a registar um crescimento superior ao esperado. Além disto, de acordo com o ministro das Finanças britânico, esta recuperação é melhor que a de qualquer outro país no mundo.

Algumas nações europeias registam os primeiros sinais de recuperação. Para assegurar que recebem um apoio eficaz, se necessário, foi precisamente concebido o Mecanismo Europeu de Estabilização financeira, que acabou de receber luz verde do Tribunal Constitucional da Alemanha.

Para já, os políticos europeus chegaram a um acordo sobre a forma como deverá funcionar o sistema de união bancária europeia.

Tudo isto, nesta edição de Business Weekly.