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Bruxelas e Washington alargam lista de altos dignitários russos cujos bens serão congelados

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Bruxelas e Washington alargam lista de altos dignitários russos cujos bens serão congelados

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Reunidos em cimeira, os Vinte e Oito não decidiram sanções económicas contra a Rússia, mas alargaram a lista de personalidades russas que verão os bens congelados pelos países da União Europeia.

Uma medida na linha da anunciada por Barack Obama. Da lista de Washington constam 31 indivíduos, entre os quais o chefe de gabinete de Vladimir Putin; a lista de Bruxelas tem 33 nomes, que serão conhecidos esta sexta-feira.

A Rússia responde taco a taco. Moscovo anunciou, por seu turno, uma lista de sanções para conselheiros de Obama e congressistas norte-americanos.

O primeiro-ministro finlandês, Jyrki Katainen, defende que “a Rússia devia sentar-se à mesa das negociações com a Ucrânia e com a comunidade internacional, porque é a única maneira de sair desta situação”. Defende ainda que, “para evitar que as coisas se compliquem na parte leste da Ucrânia, a OSCE devia enviar uma missão de monitorização e, se isso não fôr possível, deve ser a União Europeia a fazê-lo”.

Para além do congelamento dos bens de altos dignitários russos, os chefes de Estado e de governo decidiram anular a próxima cimeira União Europeia-Rússia, prevista para o mês de junho, em Sotchi e, tal como refere a nossa correspondente em Bruxelas, Margherita Sforza, “A Europa e os Estados Unidos vão tentar coordenar as respetivas posições, na segunda-feira, na cimeira do G7, em Haia”.