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Cimeira Europeia: Europa quer reduzir dependência energética da Rússia

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Cimeira Europeia: Europa quer reduzir dependência energética da Rússia

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Por causa da crise na Crimeia, os líderes da União Europeia querem reduzir a dependência energética em relação à Rússia, apostando em novos corredores, como a Península Ibérica.
Esta foi uma das principais conclusões partilhadas nas várias conferências de imprensa finais da Cimeira Europeia que decorreu em Bruxelas.

O primeiro-ministro britânico lembrou ainda que mais de 25% do gás que a Europa consome é russo, mas se se olhar para as receitas da Gazprom, cerca de 50% vêm da europa. Por isso, a Rússia precisa da Europa, mais do que a Europa precisa da Rússia.”

Mas para já ainda não há sanções económicas definidas. Os chefes de estado e de governo europeus decidiram apenas acrescentar mais 12 nomes à lista de de personalidades russas sujeitas a sanções. No total são 33
Bruxelas decidiu também cancelar a cimeira União Europeia Rússia, que devia acontecer em junho.

A Presidente da Lituânia, Dalia Grybauskaitė, lembra que “queremos continuar a dialogar, ainda não temos armas apontadas a ninguém. Não podemos ter as mesmas reações que Putin está a ter.”

A correspondente da euronews em Bruxelas, Isabel Marques da Silva, lembra que para além das sanções, a União Europeia quer continuar os esforços diplomáticos: vai enviar uma missão de observadores a Kiev, se a OSCE não o conseguir fazer. Os próximos passos devem ser decididos depois de ouvir os parceiros, no G7 na segunda feira e na cimeira União Europeia Estados Unidos que decorre na quarta-feira, em Bruxelas.”