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A tensão em torno da Ucrânia

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A tensão em torno da Ucrânia

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Muitas das forças envolvidas nas manobras militares russas que decorreram em fevereiro e março perto da Ucrânia, não regressaram aos quartéis. O general Philip Breedlove, comandante supremo das forças aliadas na Europa (NATO), alertou para o tamanho e prontidão das forças russas junto da fronteira com a Ucrânia. Moscovo respondeu que não tem qualquer intuito expansionista.

A base naval ucraniana em Feodosia foi cercada este domingo por forças armadas pró-russas. Gradualmente estas forças vão assumindo o controlo de instalações militares ucranianas como aconteceu no sábado com a base aérea de Belbek.

Em Kiev durante uma manifestação pela união da Ucrânia, face à anexação da Crimeia pela Rússia, o secretário ucraniano do Conselho de Segurança Nacional e de Defesa, Andrii Paroubii, afirmou que As tropas russas de Vladimir Putin estão preparadas para atacar a Ucrânia “a todo o momento”.

Entretanto milhares de pessoas manifestaram-se em Donetsk e Kharkhiv exigindo o regresso do presidente deposto, Viktor Ianukovich.

A tensão aumentou no leste da Ucrânia, habitado maioritariamente por russófonos.

Kiev acusa Moscovo de ter enviado elementos das forças especiais para exacerbar as manifestações pró-russas naquela região do país.