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Boeing 777: familiares das vítimas protestam junto à embaixada da Malásia em Pequim

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Boeing 777: familiares das vítimas protestam junto à embaixada da Malásia em Pequim

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A revolta tomou conta de dezenas de familiares das vítimas que seguiam a bordo do Boeing 777 da Malaysia Airlines.

Esta terça-feira, muitos dirigiram-se à embaixada da Malásia em Pequim para exigir explicações e acabaram por se envolver em confrontos com a polícia.

Não acreditam que o aparelho se tenha despenhado no Oceano Índico tal como anunciou o chefe de governo malaio e acusam a companhia de má-fé.

O presidente da Malaysia Airlines, Tan Sri Md Nor Md Yusof, garante que “a principal preocupação é garantir a segurança, o conforto e a privacidade, neste caso, das famílias chinesas” e adianta, que a companhia “partilha a esperança” destas pessoas.

As buscas no Oceano Índico – a cerca de 2500 quilómetros da costa australiana – foram, entretanto, interrompidas devido ao mau tempo.

Até ao momento ainda não foram encontrados destroços do aparelho que desapareceu há mais de duas semanas.

O Boeing 777 que transportava 239 pessoas partiu de Kuala Lumpur em direção a Pequim a 08 de março. Por razões desconhecidas mudou de rota e, acordo com os mais recentes dados de satélite, terminou a viagem no Oceano Índico.