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Espanhóis rendem homenagem a Adolfo Suarez

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Espanhóis rendem homenagem a Adolfo Suarez

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A Espanha despede-se de Adolfo Suarez. No Congresso dos Deputados, onde a urna foi instalada em capela ardente, milhares de espanhóis renderam esta segunda-feira a última homenagem ao arquiteto da transição para a democracia.

Durante o período de governação de Suarez foi aprovada a lei da amnistia, convocadas as eleições livres de 1977 e legalizados os partidos e os sindicatos.

Presentes nesta cerimónia, estiveram os ex-chefes de governo Felipe Gonzalez, José María Aznar e José Luis Rodríguez Zapatero, para além do atual primeiro-ministro Mariano Rajoy.

O rei Juan Carlos, autoridades do Estado, representantes de todas as instituições da sociedade espanhola e milhares de cidadãos, vieram dizer um último adeus a uma das figuras mais importantes da história recente de Espanha.

A capela ardente permanecerá aberta ao público até terça-feira, quando os restos mortais de Suarez serão transladados para a catedral de Ávila.

O Governo espanhol decretou três dias de luto oficial pela morte do político. Foi também decidido que o aeroporto de Madrid-Barajas passará a designar-se Aeroporto Adolfo Suárez.