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Pequim quer aceder a dados da Inmarsat

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Pequim quer aceder a dados da Inmarsat

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A China quer que a Grã-Bretanha partilhe os dados de satélite da empresa britânica Inmarsat que serviram de base à comunicação do chefe de governo malaio.

Informações que podem ajudar a acabar com as suspeitas.

“Penso que a verdade ainda não é clara. Podemos, apenas, dizer que aceitamos o que nos foi dito como verdade. Penso que houve negligência na forma como lideram com esta situação desde o início. O primeiro-ministro malaio tem uma opinião formada, mas as pessoas precisam de saber a verdade” refere um chinês.

“Estou muito revoltada porque tenho amigos e colegas com familiares no avião. Não estamos satisfeitos com a atitude e o comportamento da Malaysia Airlines. Estamos sim, furiosos. Primeiro disseram uma coisa, depois recuaram. Enfim, houve uma série de contradições. Não nos deram uma explicação válida e não estamos contentes” adianta uma jovem chinesa.

Na Malásia, há também quem acredite num desfecho forçado para acabar com a angústia de quem esperava por notícias há mais de duas semanas.

“Creio que, de alguma forma, o anúncio do chefe de governo malaio acaba por encerrar este trágico incidente, mas nem todos aceitam esta conclusão, ou seja, mas nem todos aceitam o que foi dito pelo primeiro-ministro” acrescenta um malaio.

Certo, é que até ao momento ninguém conseguir explicar o que terá corrido mal nesta viagem e porque razão o avião terá caído ao mar.