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Taiwan: estudantes aceitam dialogar com o presidente

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Taiwan: estudantes aceitam dialogar com o presidente

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Os estudantes que ocupam há uma semana o Parlamento de Taiwan aceitaram a oferta de diálogo do presidente, abrindo a porta para o fim da crise.

Ma Ying-Jeou convidou os líderes do protesto para debater “sem condições prévias” o polémico acordo de serviços com a China, na origem da contestação.

O chefe de Estado espera conseguir assim o fim da ocupação da Assembleia, em Taipei. Mas um dos líderes do protesto já fez saber que, antes de serem revistos os acordos com Pequim, deve estabelecer-se um mecanismo para supervisionar os pactos com a China.

Os opositores do pacto temem que permita a Pequim aumentar a influência sobre Taiwan, que a China considera como uma província renegada.

Os protestos subiram de tom no domingo com a ocupação da sede do governo de Taiwan. Um dia depois, as forças da ordem desalojaram o local, numa operação que se saldou em mais de cem estudantes feridos e 60 detidos.

Os protestos da última semana contra o acordo de serviços com a China constituem o maior desafio contra o presidente de Taiwan desde que chegou ao poder, em 2008.