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UE e o negócio da China

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UE e o negócio da China

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A visita de três dias à Bélgica é a última etapa do périplo europeu do Presidente chinês, depois da Holanda, França e Alemanha. Xi Jingping chegou no domingo a Bruxelas. Esta segunda-feira, as instituições da União Europeia foram palco, pela primeira vez, da visita oficial de um chefe de Estado chinês. Um destaque justificado pelo peso das trocas comerciais entre os dois blocos, estimado em mil e trezentos milhões de euros por dia.

Os sinais são de reconciliação depois de uma série de tensões comerciais. Antes da visita, Bruxelas renunciou aos inquéritos por práticas anticoncorrenciais de empresas de telecomunicações chinesas. Pequim fechou uma investigação antidumping sobre vinhos europeus.

A China é o segundo maior parceiro comercial da União Europeia, depois dos Estados Unidos. Para Pequim, o bloco comunitário é o principal parceiro comercial.

No ano passado, as trocas de bens traduziram-se em 428 mil milhões de euros. Mas a União Europeia tem um défice da balança comercial com a China na ordem dos 130 mil milhões de euros. Ou seja, as exportações para a China representaram 148 mil milhões de euros, enquanto as importações representaram 280 mil milhões.

A correspondente da euronews em Bruxelas, Efi Koutsokosta, constata: “A China fez algumas das mais significativas reformas das últimas três décadas, alguns meses depois de Xi Jingping se tornar presidente. Por isso, os europeus esperam que haja mais abertura para as suas empresas na segunda maior economia do mundo.”