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Desemprego estagna na zona euro e sobe em Itália

Desemprego recorde em Itália. A terceira economia da zona euro viu o desemprego subir, em fevereiro, para 13%, contra todas as expectativas. O país tem 3,307 milhões de pessoas sem trabalho.

Entre os jovens entre 15 e 24 anos, o desemprego atinge os 42,3%.

O primeiro-ministro Matteo Renzi reagiu aos números, afirmando: “Nos últimos 12 meses tivemos menos 365 mil pessoas empregadas. Perdemos mil empregos por dia. É evidente que é um problema. Vemos também sinais de retoma, mas não são suficientes”.

Enquanto sobe em Itália, o desemprego estagna na zona euro. A taxa situou-se em fevereiro nos 11,9% e o Eurostat reviu em baixa os números dos meses precedentes.

Já a Alemanha continua a ter uma das taxas mais baixas. Em março, o desemprego manteve-se estável nos 6,7%.

No mês passado, em termos corrigidos de variações sazonais, a maior economia da zona euro registou 2,9 milhões de desempregados.

O líder da Agência Federal do Trabalho, Frank-Jürgen Weise, reconhece que “em março o desemprego recuou, o emprego e as contribuições sociais aumentaram, a procura de mão-de-obra subiu e atinge o nível máximo”.

Os números publicados mostram assim um alargamento do fosso mesmo entre as grandes economias da zona euro.

Em Portugal, em fevereiro, o desemprego estabilizou nos 15,3%. É a quarta taxa mais elevada da zona euro.

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