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NATO reforça parcerias com Ucrânia e países bálticos

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NATO reforça parcerias com Ucrânia e países bálticos

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A NATO vai suspender a cooperação civil e militar com a Rússia e reforçar as parcerias com a Ucrânia e com os parceiros da Europa de Leste em nome da defesa coletiva. Esta é a resposta da Aliança Atlântica à anexação, por Moscovo, da república autónoma ucraniana da Crimeia.

Os países bálticos respiram de alívio, como a Lituânia onde se realizaram exercícios aéreos. O ministro da Defesa da Lituânia, Juozas Olekas, disse: “Vemos que os parceiros da NATO estão a cumprir as promessas, que estão connosco mesmo quando não há agressão mas um escalar de tensão. É preciso aumentar a interação e é, por isso, que estes exercícios estão a ser feitos”.

Os chefes da diplomacia dos países-membros da NATO, reunidos esta terça-feira em Bruxelas, reiteraram que a Rússia violou o direito internacional e traiu a confiança da NATO. Horas antes, o secretário-geral da aliança, Anders Fogh Rasmussen, disse que não constatou a retirada das tropas russas estacionadas na fronteira com a Ucrânia, desmentindo o que tinha sido avançado pelo presidente russo à chanceler alemã. Esta concentração de milhares de soldados fez aumentar os medos de uma invasão das regiões orientais russófonas da Ucrânia.