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Afeganistão: Eleição presidencial em clima de insegurança

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Afeganistão: Eleição presidencial em clima de insegurança

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Na zonas mais remotas do Afeganistão, cidadãos voluntários ajudaram, de todas as formas possíveis, a fazer chegar os boletins de voto junto das populações.

Os afegãos votam este sábado na eleição presidencial, para escolherem o sucessor de Harmid Karzai.

O ato eleitoral é considerado o primeiro da transição democrática no país

“O povo afegão está mais determinado a ir votar por várias razões: primeiro porque querem dizer não aos talibãs, segundo porque querem dizer sim à democracia e ao escritínio direto e terceiro porque esperam um governo melhor, para um futuro melhor”, diz Shukria Barikzai, ativista dos Direitos Humanos.

Este homem defende, pelo contrário, que “as pessoas estão preocupadas e os que vão votar não se sentem confortáveis. Têm receio da situação do país”.

Um dos maiores receios no Afeganistão continua a ser a segurança. Os atentados têm vindo a repetir-se e os talibãs prometeram perturbar o ato eleitoral. Há dois dias um dos edifícios mais bem guardados de Cabul, o ministério do Interior, foi alvo de um atentado. Seis pessoas perderam a vida.

Ontem, a fotojornalista da Associated Press, especialista em conflitos internacionais, Anja Niedringhaus, foi morta a tiro, na cidade de Khost, no leste do país.