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No país do futebol, só o futebol parece estar a postos para o mundial

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No país do futebol, só o futebol parece estar a postos para o mundial

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A pouco mais de dois meses do pontapé de saída do Campeonato do Mundo, ainda há muito por fazer no Brasil. A capital, Brasília, ilustra na perfeição o cenário vivido no país.

O estádio até pode estar concluído, o que ainda não é o caso em São Paulo, por exemplo, mas as infraestruturas de apoio continuam num estado caótico e as melhorias no sistema de transportes públicos parecem não ter passado de promessas.

O Brasil pode não estar preparado, mas o Estádio Mané Garrincha há muito que está a postos. O segundo maior estádio do país, a seguir ao Maracanã, foi reconstruído em menos de três anos a inaugurado a tempo da Taça das Confederações.

Com uma lotação de 72 mil espetadores, o estádio representou um investimento de 450 milhões de euros e irá acolher sete jogos na competição, entre os quais o Portugal-Gana, a contar para a última jornada da fase de grupos.

Após a competição, será mais complicado ver craques do futebol mundial, e até brasileiro a pisar o relvado do Mané Garrincha. A equipa mais representativa da cidade encontra-se no quarto e último escalão do futebol brasileiro.

Para os comerciantes da cidade, resta a consolação de saber que dentro de algumas semanas, o negócio irá florescer com a chegada de milhares de turistas.