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Chile regressa lentamente à normalidade após violento sismo

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Chile regressa lentamente à normalidade após violento sismo

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O Chile continua a tremer com as réplicas do terramoto de magnitude 8,2 na escala de Richter que atingiu o norte do país da América Latina na madrugada de terça-feira.

Apesar de milhares estarem a viver em condições precárias desde o início da semana, a resposta das autoridades à catástrofe foi substancialmente melhor do que há quatro anos, quando um sismo de magnitude 8,8 fez mais de 500 mortos, contra os seis a lamentar do grande abalo desta semana.

Os populares, obrigados a dormir em tendas por receio que o teto lhes caia em cima, confessam o “medo” que esta situação lhes provoca.

Os bens essenciais escasseiam e acumulam-se as filas para comprar água e alguns alimentos. Os preços dos produtos dispararam para desespero de uma população que já vivia no limiar da pobreza. Os militares ajudam a evitar pilhagens.

Por todo o norte do Chile, repete-se o cenário que se vive em Iquique, uma cidade portuária e piscatória com cerca de 200 mil habitantes.

Mas, apesar da imagem apocalíptica, pouco a pouco, as coisas começam a regressar ao normal com o restabelecimento do fornecimento de água, gás, eletricidade e outros serviços essenciais.