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Gás: Rússia não vai exigir pré-pagamento à Ucrânia, por agora

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Gás: Rússia não vai exigir pré-pagamento à Ucrânia, por agora

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O presidente russo, Vladimir Putin, lança um aviso à Ucrânia: a Gazprom pode exigir o pré-pagamento do gás, mas não o vai fazer por agora.

A dívida de 2,2 mil milhões de dólares de Kiev à Gazprom esteve na mesa da reunião entre Putin e o governo russo.

O contrato de abastecimento, assinado em 2009 por Iulia Timochenko, prevê que a Gazprom exija o pagamento antes das entregas, no caso de faturas em dívida.

Considerando trata-se de um gesto de apoio à economia ucraniana, Vladimir Putin afirmou: “Tendo em conta a complexa situação da Ucrânia e o facto de que ainda não terminamos as discussões com a União Europeia, vou pedir à Gazprom e ao governo que esperem antes de acionar os termos do contrato, até terem lugar negociações adicionais”.

Desde o início de abril, a Rússia quase duplicou os preços do gás à Ucrânia, anulando os descontos concedidos, em dezembro, ao então presidente Viktor Ianukovitch. O preço passou de 268 para quase 500 dólares por mil metros cúbicos.

Kiev não concorda com o preço e anunciou a suspensão temporárias das importações de gás russo.