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Ucrânia: encontro de Geneva adivinha-se difícil


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Ucrânia: encontro de Geneva adivinha-se difícil

As primeiras discussões diretas entre os chefes da diplomacia norte-americana, russa, ucraniana e europeia em Genebra adivinham-se difíceis.

Ainda antes da chegada do secretário de Estado John Kerry à cidade suíça, os Estados Unidos indicaram estar a “preparar ativamente” novas sanções contra a Rússia.

Já em Genebra, o ministro ucraniano dos Negócios Estrangeiros disse que Kiev pretende que “a Rússia retire as tropas das fronteiras orientais da Ucrânia e que deixe de apoiar atividades terroristas nas regiões do Leste do país”. Andryi Dechtchitsa acrescentou que Kiev pretende também que, durante a reunião de hoje, “a Crimeia seja confirmada como parte integrante da Ucrânia”.

No Conselho de Segurança, a Rússia acusou a ONU de “parcialidade”, criticando o relatório elaborado pela missão de direitos humanos enviada pelas Nações Unidas, que contradiz a maior parte dos argumentos do Kremlin na crise ucraniana.

O embaixador russo na ONU, Vitaly Churkin, defendeu que “algumas delegações dizem compreender os planos das autoridades ucranianas para usar a força contra os cidadãos. Os resultados são claros: os que instalaram o poder em Kiev pela força escolheram ignorar as exigências dos habitantes do sudeste do país”.

A representante norte-americana, Samantha Power, acusou Moscovo de conduzir “uma campanha profissional e bem orquestrada de incitação à violência, ao separatismo e à sabotagem do Estado ucraniano”.

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