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Funerais da vítimas do naufrágio na Coreia do Sul

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Funerais da vítimas do naufrágio na Coreia do Sul

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As vitimas do naufrágio da Coreia do Sul começaram a ser sepultadas, perante o inconformismo das famílias e amigos.

Lágrimas de dor e revolta, pelas vítimas de um acidente que ainda está por explicar.

As contas não estão fechadas, mas presume-se que tenham morrido cerca de 300 passageiros, a maioria, estudantes, com idades compreendidas entre os 16 e os 17 anos.

Mais de 200 jovens ainda estão dados como desaparecidos, mas as esperanças de os encontrar com vida são remotas.

Foram resgatados 174.

Os mergulhadores continuam a tentar aceder ao interior do navio, na esperança de resgatar mais corpos.

Grande parte deles deve estar no salão do restaurante.

As reuniões entre as famílias e as autoridades têm decorrido num clima tenso.

Os pais acreditam que ainda podem encontrar os filhos com vida:

“Estou frustrada com as operações de resgate, muito lentas. Eles estão a mergulhar há quatro dias, mas nenhum progresso foi feito. Eles não conseguem entrar no navio para descobrir os jovens. Até podem estar a morrer de fome”, diz uma mãe.

E outra completa:

“Nós, os pais também estamos a morrer, aqui na margem. O tempo está-se a esgotar e nós estamos ansiosos. Este tempo pode ser reversível. Os jovens podem estar lá em baixo, na água fria”.

O navio era comandado por um piloto experiente. O capitão Lee Joon-seok, de 69 anos, no momento do acidente, tinha passado os comandos para o seu terceiro oficial.

Foi dos primeiros a abandonar o barco.

Já foi detido e vai ser presente à justiça.

Os pedidos de desculpa não são suficientes para o ilibar..

Os pedidos de desculpa