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Eleições em tempos de guerra

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Eleições em tempos de guerra

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É neste ambiente que o regime de Bashar al-Assad se prepara para avançar com as eleições presidenciais.

A decisão já foi criticada pelo enviado especial das Nações Unidas e da Liga Árabe e pelo secretário-geral da ONU.

Para a Coligação Nacional Síria, que representa a maioria dos grupos da oposição, al-Assad fecha, assim, a porta a qualquer solução política para o conflito.

Indiferente, aos cerca de 150 mil mortos, aos milhões de deslocados e refugiados, à fome e às doenças, o regime argumenta que as eleições agendadas para 03 de junho são multipartidárias.

Esta é a teoria. Na prática, as condições impostas eliminam à partida muitos dos potenciais candidatos.

Os exilados estão automaticamente excluídos. Para concorrer é preciso, ainda, recolher o apoio de uma parte dos deputados do parlamento controlado pelo partido de al-Assad.