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Presidente da Coreia do Sul compara conduta do capitão do 'ferry' naufragado a "assassínio"

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Presidente da Coreia do Sul compara conduta do capitão do 'ferry' naufragado a "assassínio"

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Prosseguem as operações de resgate do ‘ferry’ que naufragou na quarta-feira, numa altura em que a Presidente da Coreia do Sul qualifica o comportamento do capitão como tendo sido “equivalente a assassínio”.

Esta segunda-feira, mais quatro membros da tripulação foram detidos por terem alegadamente abandonado o barco e as autoridades recuperaram os corpos de mais cinco passageiros, elevando para 64 o número de mortos confirmados no naufrágio do barco que fazia a ligação entre Incheon e Jeju.

Segundo a Presidente sul-coreana, “A conduta do capitão e de alguns membros da tripulação é completamente incompreensível, inaceitável e foi equivalente a um ato de assassínio, que não pode nem deve ser tolerado”, afirmou Park Geun-hye, que prometeu que todos os culpados serão “criminalmente responsabilizados”.

A Presidente afirmou que é cada vez mais claro que o capitão perdeu tempo precioso ao não ordenar a evacuação do barco e que depois violou todas as regras ao não ser o último a abandonar o navio.

Detido preventivamente, o capitão – que não estava na ponte no momento do acidente – defendeu a opção de não evacuar o navio por receio que os passageiros fossem arrastados pelas correntes marítimas.

238 passageiros, na maioria estudantes do ensino secundário, continuam desaparecidos no naufrágio do ‘ferry’ ‘Sewol’.