Última hora

Última hora

Salão de Pequim expõe novidades do setor automóvel

Em leitura:

Salão de Pequim expõe novidades do setor automóvel

Tamanho do texto Aa Aa

Durante dez dias, os chineses podem admirar as últimas novidades do setor automóvel no maior salão do país. O Salão Internacional de Pequim abriu ao público esta segunda-feira. Expõe este ano mais de 1100 veículos e espera-se a visita de 120 mil pessoas por dia.

Uma vitrina indispensável para os grandes fabricantes, que acentuam os investimentos e multiplicam as parcerias num dos principais mercados mundiais. A Audi, com o A3 produzido na China, ou a entrada da Dongfeng no capital da francesa PSA Peugeot Citroën são apenas dois exemplos.

No ano passado, as vendas de carros na China dispararam quase 14%.

A Volkswagen é o líder com uma quota de mercado de 15,1%. Segue-se a General Motors com 14,5% e a Hyundai com 7,6%. Os construtores chineses BAIC e Dongfeng surgem no fundo da lista, com uma quota de 3,9 e 3,6%, respetivamente.

Este ano, o Salão de Pequim está marcado pelo número crescente de cidades que limitam a quantidade de veículos, devido à elevada poluição. As vendas podem ser afetadas.

Mas um empresário recorda que “nos últimos anos, desde que a China se abriu e iniciou as reformas, o país e as empresas desenvolveram-se muito depressa. O levou a um rápido desenvolvimento do mercado automóvel. Grandes grupos ou empresários, patrões e dirigentes de médio e alto nível, todos circulam em SUV”.

Para lá dos veículos utilitários desportivos, há um grande interesse pelos modelos luxuosos.

Segundo o gabinete McKinsey, dentro de dois anos a China vai superar os Estados Unidos e tornar-se no maior mercado mundial para os veículos de luxo.

Apesar dos sinais de desaceleração económica do país, as marcas não poupam esforços para atrair atenções e mostram que todos os desejos são possíveis.