Última hora

Última hora

Bangladesh: um ano depois do drama do Rana Plaza

Em leitura:

Bangladesh: um ano depois do drama do Rana Plaza

Tamanho do texto Aa Aa

Na Alemanha, ativistas concentram-se em frente de uma loja da Benetton e denunciam: um ano depois do drama do Rana Plaza, no Bangladesh, que custou a vida a mais de um milhar de pessoas, a maioria das marcas de roupa ainda não contribuiu para o fundo de compensação das vítimas, criado após a tragédia.

Os dados são da ONG suíça “Declaração de Berna“que diz terem sido coletados 15 milhões dos dólares dos 40 milhões necessários.

“É um mito pensar que só estão em causa as roupas baratas. Mango, Benetton, C&A e Adler não são marcas baratas. E todas elas tinham produtos fabricados no Rana Plaza”, explica Frauke Banse, uma das ativistas da “Campanha Roupa Limpa”.

A Benetton, entretanto, já fez saber que esteve na origem da criação do fundo – do qual se afastou quando percebeu que tudo seria feito na base do voluntariado. A marca italiana garante ter contribuído de outras formas e ter assinado o Acordo de Incêndio e Segurança.

Ao abrigo deste texto, as instalações do setor têxtil do Bangladesh têm de ser submetidas a renovações obrigatórias e a inspeções independentes e regulares, para evitar novos dramas.