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Apple e Facebook desafiam críticos

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Apple e Facebook desafiam críticos

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Aos receios de uma nova bolha tecnológica, a Apple o o Facebook respondem com números.

O mercado duvida que a Apple consiga continuar a inovar. Os críticos evocaram a ausência de grandes novidades no mais recente iPhone e o último iPad tem já um ano. Mas a marca continua a vender.

Entre janeiro e março, os lucros subiram para o equivalente a 7,3 mil milhões de euros. É o valor mais alto em seis trimestres. As receitas aumentaram para cerca de 33 mil milhões de euros.

Graças em parte ao acordo assinado com a China Mobile, o maior operador chinês de telecomunicações, a Apple vendeu 43,7 milhões de telemóveis desde o Natal. As vendas de iPads recuam para pouco mais de 16 milhões.

Já o Facebook prova que pode gerar receitas com a publicidade via telemóvel. O segmento representou mil milhões de euros, ou seja, 59% das receitas publicitárias no primeiro trimestre. Entre janeiro e março, os lucros subiram mais de 70% para 464 milhões de euros.

Jan Dawson, analista e fundador da JackDawson Research, considera que “o problema atual é a desaceleração do crescimento dos utilizadores. Nos últimos três trimestres, o número de novos utilizadores tem vindo a cair. Mas o compromisso para com a rede aumenta. Os utilizadores mensais tornaram-se diários. Isso é positivo, mas na Ásia, representa um recuo”.

Facebook tem mais de mil milhões de utilizadores e tem vindo a comprar empresas e aplicações tecnológicas. Já fez 40 aquisições, incluindo o “WhatApp?”, serviço gratuito de mensagens, e “Oculos”, aparelho de realidade virtual.

A última aquisição foi anunciada esta quinta-feira. O grupo de Mark Zuckerberg comprou a aplicação Moves, para iPhone e Android, que permite vigiar a atividade física.