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EUA e UE reforçam sanções a russos e ucranianos

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EUA e UE reforçam sanções a russos e ucranianos

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Os Estados Unidos reforçaram as sanções à Rússia, por causa da situação na Ucrânia. Os visados são sete dirigentes governamentais russos, incluindo dois do círculo próximo de Putin, e 17 empresas. Congelamento de bens e ativos nos EUA, não concessão de vistos e a não exportação de tecnologia que possa reforçar a capacidade militar russa foram as sanções aplicadas.

O ministro das Finanças britânico que se reuniu com os homólogos das maiores economias da União Europeia defendeu as medidas, apesar dos custos para quem as aplica. “Claro que as sanções a as medidas financeiras para negar o acesso ao dinheiro deles têm um impacto nas economias dos países sentados a esta mesa. Mas qual seria o preço económico de não procurar defender a lei na Europa?”, afirmou George Osborne.

A União Europeia seguiu a linha do G7 e acrescentou 15 nomes à lista de russos e ucranianos sancionados pelo envolvimento na crise ucraniana.

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“Claro que as sanções a as medidas financeiras para negar o acesso ao dinheiro deles tem um impacto nas economias dos países sentados a esta mesa. Mas qual seria o preço económico de não procurar defender a lei na Europa?”