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Iraque: Atentados contra as forças de segurança que votam antecipadamente

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Iraque: Atentados contra as forças de segurança que votam antecipadamente

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Um dia depois da diáspora, as forças de segurança iraquianas começaram a votar para as legislativas desta quarta-feira, as primeiras depois da retirada das tropas americanas do Iraque.

Já há notícia de mortes, esta segunda-feira, em ataques contra os polícias e militares que antecipam o voto para poderem garantir a segurança no escrutínio de 30 de abril.

Apesar das críticas, o primeiro-ministro Nouri al-Maliki deve conseguir conquistar um terceiro mandato à frente de um país onde a violência não pára crescer, o desemprego é endémico e a corrupção omnipresente.

As ruas das principais cidades estão repletas de cartazes dos candidatos. É visível uma forte presença de mulheres: São cerca de 2600, as candidatas ao Parlamento, um número que mais do que duplicou em relação ao último escrutínio.

Ao todo, mais de 9000 candidatos de cerca de 280 forças políticas concorrem aos 328 lugares da assembleia.

Mais de 20 milhões de eleitores estão inscritos para o sufrágio.

Desde o início do ano, perto de 3000 pessoas perderam a vida em atentados no Iraque. A campanha eleitoral não foi exceção. Na sexta-feira, o comício de uma coligação xiita foi alvo de uma série de bombas que mataram perto de três dezenas de simpatizantes.