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1.º de Maio: Ásia exige melhores condições de trabalho

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1.º de Maio: Ásia exige melhores condições de trabalho

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Reclamando condições de trabalho mais dignas, milhões de asiáticos desceram às ruas neste 1.º de Maio.

No Bangladesh, ainda ninguém esqueceu a tragédia que matou mais de 1000 trabalhadores do setor têxtil. Mas, mais de um ano depois do colapso do edifício Rana Plaza, ainda pouco mudou e ninguém foi punido.

Por isso, os sindicatos quiseram “exigir neste 1.º de Maio, que sejam tomadas medidas legais contra o proprietário do Rana Plaza”, afirmou uma representante dos trabalhadores, que também quer ver “garantidas indemnizações para as famílias dos trabalhadores cujos corpos estão dados como desaparecidos e que a compensação para os que feridos tenha em conta os ganhos futuros de que ficaram privados”.

Na Malásia, marchou-se contra os salários baixos e uma nova taxa. O governo quer introduzir, em abril do próximo ano, uma taxa sobre bens e serviços, a GST (Goods and Services Tax).

Em Hong Kong, o nível de exigência é outro: 8 horas de trabalho, 8 para dormir e outras 8 em tempo pessoal, pedem os trabalhadores, que também querem que o governo dê mais trabalho aos locais e menos aos estrangeiros.