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Comunistas gregos veem "tudo muito negro" no 1.° de Maio

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Comunistas gregos veem "tudo muito negro" no 1.° de Maio

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No Dia do Trabalhador, os gregos saíram à rua para protestar contra uma política de austeridade que, desde há quatro anos, já deixou mais de 25% da população sem trabalho.

Cerca de 15 mil pessoas, segundo os media locais, responderam à chamada do Partido Comunista e vieram manifestar o seu desagrado face às políticas do governo.

“Deram-nos esperanças que, com as medidas que iam adotar, as coisas iriam melhorar. Mas vejo tudo muito negro”, queixa-se Albert Disai, um profissional da construção civil, atualmente no desemprego.

“Aquilo de que precisamos atualmente, é de uma oposição forte, que abra o caminho e seja capaz de esmagar os monopólios da Europa e permita que a voz do povo domine”, defende o secretário-geral do partido comunista grego, Dimitris Koutsoubas.

O governo diz querer concentrar-se agora na criação de postos de trabalho, mas a população e os sindicatos – que convocaram uma manifestação paralela – receiam que as reformas sejam, mais uma vez, feitas às custas dos trabalhadores.