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Investigadores seguem migrações das renas via satélite

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Investigadores seguem migrações das renas via satélite

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A Rússia criou um programa para monitorizar as renas via satélite. O estudo está a ser conduzido por investigadores da universidade Federal da Sibéria.

“O aparelho é fixado no animal e é posto em marcha através da remoção do magnetismo. A partir desse momento, o aparelho identifica as coordenadas graças a um sistema de geolocalização e envia essas coordenadas”, explicou Alexander Salman, responsável pela colocação dos aparelhos de geolocalização.

As renas são um elemento central do modo de vida dos povos indígenas da Sibéria. Os Khanty vivem da caça, da pesca e da criação de renas.

Na Austrália, o jardim zoológico de Sidney utiliza igualmente as novas tecnologias para estudar o modo de vida dos pinguins.

O objetivo dos investigadores da Universidade de Macquarie é conhecer melhor a forma como estes pássaros marinhos procuram comida e se comportam num meio selvagem.

Além do GPS, as aves recebem um acelerómetro, um instrumento que permite medir a aceleração.

“Instalamos estes pequenos acelerómetros nos pinguins que se encontram em cativeiro no jardim zoológico de Taronga o que nos dá uma ideia da forma como eles se movimentam no espaço tridimensional na água onde não podemos vê-los”, explicou Gemma Carroll da Universidade Macquarie.

Segundo os investigadores, os pinguins são extremamente sensíveis às mudanças de habitat o que torna as aves marinhas um bom indicador do estado de saúde dos oceanos.