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Nigéria aceita negociar libertação de alunas sequestradas

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Nigéria aceita negociar libertação de alunas sequestradas

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A Nigéria aceita dialogar com os militantes do Boko Haram sobre a libertação das mais de 200 meninas sequestradas em abril.

Uma ideia que surge depois do presidente Jonathan Goodluck ter rejeitado negociar com os militantes islamitas.

O governo criou uma comissão especial para lidar com o caso que ganhou novos contornos na segunda-feira quando o Boko Haram publicou um vídeo a propor a troca das meninas por militantes nas prisões nigerianas.

O sequestro está a comover o país, em especial nas escolas.

“Estou muito triste porque elas, tal como nós, deveriam estar nos exames”, diz uma aluna.

“Sinto-me feliz por poder vir à escola, mas estou preocupada com a segurança no país”, acrescentou outra.

E justamente a segurança, ou a falta dela, levou o presidente Jonathan Goodluck a pedir ao parlamento a extensão do estado de emergência em três Estados do nordeste.

Os Estados Unidos já mobilizaram aviões tripulados para ajudar a procurar as crianças. Washington vai também fornecer imagens de satélite.

Uma cimeira sobre a segurança na Nigéria está agendada para sábado em Paris.