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Beto, Carriço e Figueiras: três portugueses com motivos para festejar, Benfica desilude novamente

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Beto, Carriço e Figueiras: três portugueses com motivos para festejar, Benfica desilude novamente

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Três finais, três vitórias. O Sevilha venceu a Liga Europa pela terceira vez na sua história depois de derrotar o Benfica no desempate por grandes penalidades.

Os espanhóis mantêm o seu registo cem por cento vitorioso em finais europeias, já os encarnados entram para a história do futebol mas pelas piores razões. Oito finais europeias perdidas de forma consecutiva são obra.

Nem sequer se pode falar de maldição. O Benfica esteve a anos-luz de jogar aquilo que sabe. Mesmo assim, conseguiu criar várias ocasiões de golo mas os atacantes não estavam mais inspirados que o resto da equipa.

Uma exceção: Oblak. O guarda-redes mostrou segurança sempre que foi chamado a intervir e não foi por ele que o Benfica perdeu.

Do outro lado, também foi o guardião quem mais brilhou. Depois de 120 minutos em excelente nível, o internacional português esteve inspirado no desempate por penáltis.

Parou os remates de Cardozo e Rodrigo e ofereceu o título aos andaluzes. Além de Beto, também Daniel Carriço e Diogo Figueiras têm motivos para festejar.

O médio do Sporting jogou os 120 minutos a bom nível. O lateral entrou já no prolongamento.

O Sevilha merece o troféu, conquistado num encontro que não deixará saudades para os amantes do desporto-rei e onde venceu quem teve menos medo de perder.

Que a Liga Europa é o patinho feio do futebol, não é novidade para ninguém. Uma espécie de segunda divisão do Velho Continente. Benfica e Sevilha confirmaram isso mesmo.

O árbitro Felix Brych esteve ao nível do encontro, desinspirado.