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Projeto da Estação Espacial Internacional em risco

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Projeto da Estação Espacial Internacional em risco

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Terminou mais uma missão espacial conjunta mas o futuro da ISS, a Estação Espacial Internacional está em risco.

As estepes do Cazaquistão foram palco de mais um regresso de astronautas da ISS.

Um russo, um japonês e um norte-americano voltaram sãos e salvos do espaço mas o programa da ISS, que tem sido um marco da cooperação entre Moscovo e Washington, pode sofrer as primeiras consequências da crise na Ucrânia.

O vice-primeiro-ministro russo para o Espaço e Defesa afirmou que não apoia a extensão do projeto para lá de 2020.

“A agência federal do espaço, os nossos colegas da academia de ciências e o fundo de pesquisa avançada, estão preparados para apresentar novos projetos estratégicos destinados ao desenvolvimento do programa espacial russo para lá de 2020, por isso achamos que precisamos da ISS apenas até esse ano”, afirma Dmitry Rogozin, que é também um dos 11 dirigentes russos atingidos pelas sanções norte-americanas.

O programa espacial de mais de 100 mil milhões de dólares (70 mil milhões de euros)depende dos foguetões Soyouz para os astronautas entrarem em órbita.

A agência espacial norte-americana (NASA) paga aos russos 60 milhões de dólares (53 milhões de euros) por cada astronauta que envia para o espaço a bordo dos Soyuz.

A NASA tem um programa de vaivéns tripulados previsto estar operacional em 2017, depois do final do anterior programa ter terminado em 2011.