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Ira popular e repressão polícial numa Turquia em luto

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Ira popular e repressão polícial numa Turquia em luto

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Depois da dor, a ira contra o governo da Turquia e a repressão policial. Nas ruas de Izmir, a principal cidade da região onde se situa o palco da tragédia mineira, uma multidão de cerca de 20 mil pessoas saiu às ruas em protesto.

Canhões de água e gás lacrimogéneo foram usados pelas forças da ordem para dispersar as pessoas.

A greve geral nacional, decretada por quatro sindicatos, foi o toque a reunir da contestação ao que oposição e sindicalistas dizem ser a negligência do governo no respeito pela segurança das minas durante as privatizações.

Em Istanbul, na capital Ancara e outras cidades também se verificaram protestos, tal como na quarta-feira.

A tragédia mineira parece reacender as violentas manifestações contra o governo no parque Gezi em Istambul, que rebentaram no ano passado a 28 de maio.

Os inéditos protestos, cujo primeiro aniversário é dentro de duas semanas, iniciou um periodo difícil para o primeiro-ministro Reçep Tayiip Erdogan.