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Moldávia e UE renovam determinação em se associarem

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Moldávia e UE renovam determinação em se associarem

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Um apoio de 25 milhões de euros para a educação foi concedido à Moldávia pela Comissão Europeia, esta quinta-feira, em Bruxelas.

É mais um sinal da determinação das partes em assinarem, no final de Junho, um acordo de associação no âmbito da Parceria de Leste, semelhante ao que foi negociado com a Ucrânia e com outras ex-repúblicas soviéticas.

O primeiro-ministro moldavo, Iurie Leanca, disse que “uma Moldávia mais europeia vai tornar-se também mais atrativa para os cidadãos que vivem na margem esquerda do rio Dniestre, isto é, na região da Transnístria”.

“Esses cidadãos vão ficar convencidos de que uma Moldávia mais europeia é a resposta às suas necessidades e aspirações. É o melhor não só para os que vivem na margem direita, mas também para os que vivem na região da Transnístria”, enfantizou.

Iurie Leanca refere-se à região separatista onde a minoria russófona declarou a independência nos anos 90, que não foi reconhecida internacionalmente.

A região tem também a aspiração de se juntar à Rússia, uma situação que tem feito temer a repetição do que aconteceu na província ucraniana da Crimeia.

Esta ex-república soviética de 3,5 milhões de pessoas, muito pobre, espera entrar na União Europeia (UE) em 2019.