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Hong Kong afirma-se no mercado da arte contemporânea


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Hong Kong afirma-se no mercado da arte contemporânea

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Hong Kong quer afirmar-se no mercado da arte contemporânea. Este ano, a região chinesa volta a organizar uma grande feira dedicada aos artistas do século XX e XXI.

A Art Basel decorre todos os anos na Basileia, na Suíça, tem uma edição em Miami, nos Estados Unidos, e desde o ano passado passa também pela China.

“Muitas das galerias que participam no evento, sobretudo de países ocidentais já não tentam propor obras consideradas pela mentalidade ocidental como adequadas ao o gosto asiático, que é algo que não existe. As galerias trazem o melhor que possuem e é isso que está certo”, disse Magnus Renfrew, diretor do evento.

Miro, Giacometti, Damien Hirst e Ai Weiwei são alguns dos nomes sonantes à venda na feira de arte chinesa.

Para as galerias, a distinção Oriente-Ocidente deixou de fazer sentido. O mercado é cada vez mais global e reflete o intercâmbio cultural.

“Para nós, trata-se de um diálogo. As feiras de arte servem para dialogar e abrir-se ao outro e realizar atividades transculturais. A arte não tem apenas a ver com nacionalidades
O importante é a qualidade dos artistas e cada galeria tem a responsabilidade de mostrá-lo”, disse Pearl Lam, diretora de uma galeria.

A galeria de Pearl Lam representa um grupo de artistas chineses contemporâneos, entre os quais Juju Sun, Zhu Jinshu e Zhang Jianjun.

A feira termina este domingo em Hong Kong.

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