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Jerôme Kerviel desfia justiça e presidência francesa

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Jerôme Kerviel desfia justiça e presidência francesa

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O antigo corretor da Société Général, Jerôme Kerviel, que se tornou símbolo da especulação que fez desmoronar o sistema bancário, deveria começar este domingo a cumprir a pena de prisão de três anos a que foi condenado em França.

Mas Kerviel encontra-se em Itália e e, junto à fronteira, lançou um desafio ao presidente francês:

“Peço a François Hollande a imunidade para as testemunhas, para que possam falar livremente sobre os disfuncionamentos que ocorreram no meu caso. Fico à espera da resposta do lado italiano. Se quiserem podem vir buscar-me”.

A presidência francesa não respondeu, mas abriu a porta ao exame do pedido de perdão.

O antigo corretor foio único condenado num escândalo financeiro que custou 4,9 mil milhões de euros à Société Général e continua a acusar o banco de ter coberto as suas operações financeiras e de o ter deixado cair quando o escândalo rebentou.