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Portugal: Vai-se a troika fica a dívida


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Portugal: Vai-se a troika fica a dívida

Terminou o programa de resgate financeiro em Portugal. Acabou formalmente a supervisão dos credores estrangeiros, mas o futuro continua incerto.

O fim do resgate não significa o fim do rigor orçamental e das dificuldades para os portugueses, como frisou, a partir de Macau, o presidente, Cavaco Silva:

“O povo português manifestou um grande sentido de responsabilidade. Mas chegar ao fim da operação de resgate não significa que tenham terminado as exigências de rigor a que Portugal está sujeito”.

Em Lisboa, no final da reunião extraordinária do Conselho de Ministros, o secretário de Estado, Carlos Moedas, definiu as grandes linhas das reformas a prosseguir:

“A agenda de reformas centra-se em três grandes pilares: a competitividade, o capital humano e o emprego e a reforma do estado”.

A agenda está definida no documento “Caminho para o Crescimento”. Um crescimento que tarda em manifestar-se. O PIB caiu 0,7% no primeiro trimestre.

O governo mantém, no entanto, as previsões de crescimento de 1,2% para 2014.

A “troika” deixou Portugal, mas os credores internacionais vão continuar a vigilância até que 75% do empréstimo seja reembolsado, o que, se tudo correr pelo melhor, deverá acontecer daqui a 20 anos.

Apesar das dificuldades, Lisboa decidiu, contrariamente à Irlanda, renunciar à linha de crédito de prevenção que permitiria taxas de juro muito reduzidas e algum conforto na reserva financeira.

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