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China procura extremistas "influenciados" pela Internet

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China procura extremistas "influenciados" pela Internet

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As autoridades chinesas tentam desvelar o fio dos acontecimentos que culminaram no brutal ataque de ontem na região de Xinjiang. Sabe-se que o atentado foi executado por cinco bombistas que se fizeram explodir num mercado situado no centro da cidade de Urumqi. Agora as investigações centram-se na identificação de outros possíveis cúmplices por detrás deste ato que matou 31 pessoas e feriu perto de uma centena.

O governo chinês acredita que os atacantes terão ligações a organizações terroristas noutros países. O Ministério dos Negócios Estrangeiros é ainda mais específico: fala em “extremismo religioso” veiculado pela Internet.

Um outro governante, Guo Shengkun, ministro da Segurança Pública, visitou os feridos num hospital local. Nos últimos dois meses, nesta região de Xinjiang, 39 pessoas foram condenadas por incitamento à violência separatista, em associação com o Movimento Islâmico do Turquistão Oriental.