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Eleições europeias marcadas pelo euroceticismo

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Eleições europeias marcadas pelo euroceticismo

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O euroceticismo está a crescer no seio da União Europeia. Em França, ao meio dia de Paris, a participação no escrutínio para o Parlamento Europeu rondava os 16 por cento.

Para esta francesa “faltam personagens carismáticas, como as de antigamente. Já não temos Jacques Delors ou Willy Brandt, personagens dessa envergadura…”

“Sou pai e avô. Se não for por mim é pelos meus filhos e netos. Esta é uma questão fundamental. É a Europa ou morremos,” assegura este parisiense.

Há alguns dias, o Ministério do Interior estabeleceu que as urnas se mantivessem abertas até às 19h ou 20h, onde seja possível. O objetivo: permitir que um maior número de eleitores vá votar. Será que isso vai afetar a ida às urnas? Teremos de esperar pelos resultados da noite.

Na Alemanha a crise que atravessa toda a União Europeia deixou marcas. Os cidadãos mostram-se desencantados com o projeto europeu.

“Não há informação suficiente, principalmente para os jovens. Parece que o escrutínio é um assunto menor,” afirma esta jovem.

Outro alemão afirma-se “dececionado, pois durante crise da Europa, principalmente, só os bancos foram resgatados. Não tiverem em consideração as pessoas.”

Quando o partido eurocético “ Alternativa para a Alemanha” consegue 7 por cento dos votos, os conservadores não terão escolha. Para evitar perder ainda mais votos nas próximas eleições regionais, eles terão de enfrentar a crítica da moeda única e abuso do sistema social.

European parliament elections