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Morre a quarta vítima de tentado ao Museu Judaico de Bruxelas

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Morre a quarta vítima de tentado ao Museu Judaico de Bruxelas

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Subiu para quatro o número de vítimas mortais na sequência de um tiroteio no Museu Judaico, no sábado, em Bruxelas, na Bélgica.

Uma das vítimas não resistiu aos ferimentos e acabou por morrer este domingo.

No sábado, um homem entrou no museu e começou a disparar, pondo-se em fuga de imediato.

As autoridades do país montaram uma operação de caça ao homem, ainda infrutífera.

As autoridades belgas e da vizinha França reforçaram a segurança a sinagogas e centros culturais judaicos, receando mais ataques.

“Todo o Estado federal belga está em estado de alerta, em Bruxelas e em outros lugares pois não sabemos onde é que estes assassinos estão. É um exagero dizer que estou tranquilo,” afirma o presidente do comité coordenador das organizações judaicas na Bélgica, Maurice Sosnowski.

O presidente da liga belga contra o antissemitismo, Joel Rubinfeld, recorda que “a Europa foi construída sobre uma promessa. Esta promessa é, nunca mais! Hoje temos pessoas na rua que querem repetir. Pessoas como as de ontem, o assassino de sangue frio, aqui em Bruxelas e há dois anos, Mohamed Merah, em Toulouse.”

A comunidade internacional manifestou o repúdio e a consternação, no seguimento do ataque de sábado.
O primeiro-ministro israelita, Benjamin Netanyahu, condenou o ato. O Papa Francisco expressou, em visita a Israel, “profunda dor” pelo atentado contra o Museu Judaico de Bruxelas.