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Bélgica procura maioria para governar o país

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Bélgica procura maioria para governar o país

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O chefe de governo belga, Elio Di Rupo, apresentou a demissão ao rei Filipe.

Na origem da decisão estão os resultados das eleições legislativas e regionais, deste domingo, marcadas pela vitória dos nacionalistas flamengos.

A demissão já foi aceite pelo monarca.

As consultas para encontrar uma maioria capaz de governar o país arrancaram esta segunda-feira. Um processo que os protagonistas – à exceção do Rei Filipe – conhecem bem devido à crise política após as legislativas de 2010. Na altura o rei Alberto II mediou as negociações entre os partidos, mas o acordo só foi alcançado ao fim de mais de ano e meio.

Bart de Wever, o líder da Nova Aliança Flamenga (N-VA) foi o primeiro a ser recebido, esta segunda-feira, no Palácio Real em Bruxelas. O partido recolheu cerca de um terço dos votos na região da Flandres onde vivem cerca de 60 por cento dos 11 milhões de belgas.

A legislação do país exige que as três grandes comunidades – flamenga, francófona e alemã – estejam representadas no executivo.