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Comissão Europeia: Angela Merkel não garante apoio incondicional a Junker

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Comissão Europeia: Angela Merkel não garante apoio incondicional a Junker

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Os chefes de Estado e de governo da União Europeia encontram-se esta terça-feira em Bruxelas para analisarem os resultados das eleições europeias.

Apesar da vitória do Partido Popular não parece certo que Jean-Claude Junker venha a ser o próximo presidente da Comissão Europeia.

A chanceler Angela Merkel furtou-se, esta segunda-feira, ao apoio incondicional a Junker:

“Claro que vamos conversar com o candidato Jean-Claude Junker. Foi dito várias vezes que o mais importante era ter grupos parlamentares fortes. Mas, por outro lado, nenhum grupo poderá decidir sózinho”, afirmou, acrescentando que serão necessárias ainda conversações para a nomeação do presidente da Comissão.

Entretanto, nos corredores de Bruxelas outros nomes vão surgindo como o da primeira-ministra dinamarquesa, Helle Thorning-Schmidt ou ainda o ex-primeiro-ministro finlandês, Jyrki Katainen, que terá abandonado a chefia do governo com vista a um cargo em Bruxelas.

Também Varsóvia e o ministro polaco dos Negócios Estrangeiros, Radek Sikorski sonham com a presidência da Comissão Europeia.

Com um parlamento mais fragmentado do que nunca, as principais forças políticas vão ter que encontrar plataformas de entendimento.

Há quem defenda a solução de entregar a presidência da comissão ao candidato socialista Martin Schulz e oferecer a Jean-Claude Junker o seu cargo de preferência, a presidência da União.

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