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PM paquistanês promete ação contra "crimes de honra"

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PM paquistanês promete ação contra "crimes de honra"

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Ativistas de direitos humanos manifestaram-se esta quinta-feira na capital paquistanesa, Islamabad.

As ativistas, na sua maioria mulheres, condenam os chamados “crimes de honra”.

Na terça-feira, uma jovem grávida de 25 anos foi apedrejada até à morte por um grupo de familiares à porta do Supremo Tribunal de Lahore. A polícia não interveio e acabaria por deter apenas o pai.

A ativista Farzana Bari, da Universidade Quaid-E_Azam, afirma que é preciso acabar com esta barbárie e que cabe ao governo prender todos os responsáveis. Ela adianta que é vergonhoso que a polícia tenha prendido apenas uma pessoa e todos os outros tenham fugido do local.

Farzana Iqbal foi atacada por se ter casado com o homem que amava em vez de seguir a vontade da família que tinha escolhido um primo para seu futuro marido.

O primeiro-ministro paquistanês, Nawaz Sharif afirmou querer saber porque razão a polícia não fez nada enquanto a mulher era atacada.

Sharif descreveu o incidente como brutal e inaceitável.