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Administração norte-americana diz que não negociou com terroristas para libertar soldado

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Administração norte-americana diz que não negociou com terroristas para libertar soldado

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A oposição republicana questiona a decisão da administração Obama de trocar cinco presos talibãs pela liberdade do soldado norte-americano Bowe Bergdahl.

Os cinco homens – que estavam detidos em Guantánamo – já estão no Qatar, onde deverão manter-se durante um ano em regime de prisão domiciliária, nos termos do acordo negociado com os talibãs.

O responsável da Defesa dos Estados Unidos, Chuck Hagel, disse que não negociaram “com terroristas. O sargento Bergdahl era um prisioneiro de guerra e tratou-se de um processo normal para recuperar um preso”.

Mas, para os republicanos, a libertação de Bergdahl pode ter um custo demasiado elevado, já que os talibãs em causa são “influentes” e podem “regressar ao combate”.

O sargento de 28 anos está no centro médico de uma base norte-americana na Alemanha.

Longe da polémica, o pai de Bergdahl explicou que ainda não falou com o filho e “a razão é que ele passou por tanto, que será difícil o regresso. É como um mergulhador que vai a uma grande profundidade e precisa de fazer uma descompressão gradual”.

Na localidade de Boise, no Estado do Idaho, está tudo a postos para receber o soldado, capturado no Afeganistão a 30 de Junho de 2009. Mas Bergdahl deverá passar primeiro por um centro médico em San Antonio, no Texas.