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Escalada da violência na véspera das presidenciais sírias

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Escalada da violência na véspera das presidenciais sírias

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Dezenas de pessoas foram mortas mortas no norte e no centro da Síria na véspera das eleições presidenciais.

Os analistas estimam que o regime controle 40 por cento do território onde se vai desenrolar o escrutínio.

Uma situação que os candidatos – três no total – encaram com naturalidade.

“Todos os sírios concordam é a população que tem a última palavra. É, por isso, que muitas pessoas pedem a realização de eleições e penso que isso é o mais importante” afirma Maher Hajjar, candidato presidencial.

Os milhões de deslocados e refugiados sírios têm outra opinião. As presidenciais vão decorrer num país devastado pela guerra que já provocou mais de 160 mil mortos.

“Estas eleições não são legítimas. São uma farsa, uma fachada para a comunidade internacional. Estão a brincar com as pessoas e a mentir ao mundo” refere o sírio, Ahmad Abu Ayyash.

A vitória de Bashar Al-Assad é dada como certa, três anos depois das primeiras manifestações, no país, em prol da democracia.