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Celebrações do Dia-D ensombradas pela crise ucraniana

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Celebrações do Dia-D ensombradas pela crise ucraniana

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Um programa de mil milhões de dólares para reforçar a operacionalidade de forças norte-americanas na Europa, o anúncio foi proferido pelo presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, em Varsóvia nas vésperas de viajar para França por ocasião das celebrações dos 70 anos do desembarque na Normandia.

As comemorações estão ensombradas pela crise na Ucrânia e a tensão diplomática com a Rússia, acusada de ser a origem dos distúrbios no leste da Ucrânia, para além de anexar a Crimeia.

E ao que tudo indica Obama e Putin não vão ter conversações diretas.

“Sempre tive uma relação de negócios com o senhor Putin. Durante a crise eu falei com o senhor Putin pelo telefone, e fui muito claro com ele, em privado, sobre os mesmos princípios que sempre tive publicamente. Nós estamos interessados nas boas relações com a Rússia, não estamos interessados em ameaçar a Rússia”, declarou Barack Obama.

Pelo contrário, na quarta-feira o homem forte da Casa Branca vai reunir-se com o presidente eleito ucraniano Petro Poroshenko.

“Estou absolutamente convicto que a Crimeia vai ser livre muito em breve e que os tártaros da Crimeia, juntamente com os ucranianos, vão construir a democracia e a liberdade na Crimeia”, declarou Poroshenko. Um discurso no evento onde foi entregue o prémio polaco “Solidariedade” ao líder tártaro da Crimeira, Mustafa Abdülcemil Kırımoğlu.