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China: Сensura e detenções antes do aniversário do Massacre de Tiananmen

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China: Сensura e detenções antes do aniversário do Massacre de Tiananmen

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Segurança reforçada, Jornalistas, advogados e ativistas detidos, em vésperas do 25º aniversário do massacre de Tiananmen, a China tomou medidas de prevenção contra eventuais distúrbios.

A internet foi também alvo de mais censura. As pesquisas de termos relacionados com o massacre de 1989 foram bloqueados e o acesso ao Google e outras ferramentas foi limitado, de acordo com a organização Greatfire.

O governo chinês reage. “Na China existem apenas fora-da-lei, não há os chamados dissidentes. Os departamentos relevantes do do governo chinês atuam de acordo com a lei”, afirmou o porta-voz do ministério dos Negócios Estrangeiros, chinês Hong Lei.

Em 1989, centenas de milhares de pessoas manifestaram-se no centro de Pequim a exigir reformas democráticas com concentrações na praça de Tiananmen.

Depois de semanas de protestos, as autoridades responderam a 4 de junho de 1989 com o assassinato de centenas de pessoas nas ruas da capital chinesa.