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NATO promete mais ajuda à Ucrânia

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NATO promete mais ajuda à Ucrânia

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A Ucrânia agradece aos países da NATO o apoio que estão a dar ao país, numa altura em que a Rússia continua com cerca de 40 mil militares estacionados perto da fronteira.

Esta reunião, em Bruxelas, foi a primeira dos ministros da defesa da Aliança Atlântica desde que a Rússia anexou a Crimeia e se desencadeou a crise, nas regiões do leste da Ucrânia, com as milícias pró-russas.

O ministro da defesa interino da Ucrânia, Mykhailo Koval, também participou: “Quero agradecer o apoio que têm dado ao nosso país e às forças armadas. É do nosso interesse que a NATO se fortaleça em redor da nossa fronteira”.

Embora não haja uma intervenção direta na Ucrânia, o secretário-geral Anders Fogh Rasmussen anunciou a continuação dos exercícios militares na região, uma forma de dizer à Rússia que a NATO está atenta: “Concordámos em reforçar a defesa coletiva da NATO com mais patrulhas aéreas e marítimas, mais exercícios e mais treino”.

O desafio, para a NATO, é agora dar garantias de defesa à Ucrânia sem entrar em choque direto com os russos. Na segunda-feira, o enviado da Rússia encontrou-se com Rasmussen. O clima de tensão mantém-se.

Os ministros vão decidir como melhorar a qualidade da defesa da Europa sem violar os acordos com a Rússia. Acordos esses que, segundo a NATO, a Rússia violou ao intervir militarmente na Ucrânia.

Na reunião prevista para setembro no País de Gales, a NATO pode decidir aumentar a quantidade de forças estacionadas na região. Reportagem de Andrei Beketov, correspondente da euronews em Bruxelas.